Stages
Uma plataforma que faz muita coisa, contada em uma promessa só. Tudo que não servia essa frase ficou de fora.
A gente faz o vídeo explicativo que apresenta seu produto em trinta segundos, para a pessoa entender sem ninguém repetir a demo. Para SaaS, aplicativos e startups.
Começar um projetoUm produto físico você mostra. Um SaaS você tem que contar.
A tela está pronta, o produto funciona, e mesmo assim toda conversa começa do zero. O investidor pede para explicar de novo. O cliente entra no trial e sai sem achar o que importa. Cada vendedor conta de um jeito diferente, e nenhum está errado, só diferente.
O problema não é o produto. É que explicar ele custa uma reunião por vez, e isso não escala.
Um vídeo de produto chega antes do time de vendas e faz o primeiro turno.
Quem cai na home entende em trinta segundos se aquilo é para ele. Quem não é seu público sai antes de virar reunião perdida.
O usuário vê o caminho antes de se perder nele. Menos ticket de suporte perguntando onde fica o quê.
Todo vendedor conta a mesma história, do mesmo jeito. A demo começa depois que a pessoa já entendeu o básico.
O investidor assiste em trinta segundos o que levaria dez minutos de reunião.
Quem contrata nem sempre sabe como se chama o que precisa. Os nomes mais usados, e o que cada um faz.
O mais pedido. Conta o que o produto faz e para quem, em trinta a sessenta segundos. Em inglês aparece como explainer.
Mostra a interface funcionando. Serve para quem já entendeu a promessa e quer ver como é na prática.
Ensina o primeiro caminho dentro do produto. Costuma vir em peças curtas, uma por tarefa.
Apresenta a empresa em vez do produto. É o que se usa em proposta comercial e em captação.
Anuncia uma novidade. Mais curto, mais afiado, cortado para rede social.
Vinhetas, aberturas e a marca em movimento. Não explica o produto, dá identidade a tudo que você publica.
A técnica é quase sempre motion design com animação 2D, que é a mais rápida e a que melhor combina com interface. Ilustração e personagem entram quando o roteiro pede.
Uma plataforma que faz muita coisa, contada em uma promessa só. Tudo que não servia essa frase ficou de fora.
A dor vem antes do produto. O vídeo abre em “menos revisão” e só depois mostra a tela, porque é a revisão que tira o sono de quem compra.
Dinheiro é assunto seco e a maioria dos vídeos do setor parece boleto. A ilustração e o timing deixaram o app leve sem tirar a seriedade.
O medo de quem contrata motion é receber o vídeo pronto e não reconhecer nada.
Uma hora sobre o produto, o público e a meta. Você sai com escopo e datas.
você aprova o escopoO texto antes de qualquer pixel. É aqui que se decide qual das dez coisas que seu produto faz vira a promessa do vídeo. Mudar aqui não custa nada.
você aprova o roteiroOs quadros-chave desenhados no visual final. Você vê o vídeo antes dele se mexer.
você aprova o visualA gente anima, escolhe e mixa a trilha. Você recebe uma prévia antes do render final.
Nos formatos que você precisa. Sem surpresa.
De três a cinco semanas do briefing à entrega. Boa parte desse tempo é aprovação, então quanto mais rápido você responde, mais cedo fica pronto.
Muito SaaS precisa do vídeo justamente quando ainda não tem tela pronta: para captar ou para vender antes do lançamento.
Quando é o caso, a gente desenha a interface junto. Isso entra no escopo como etapa extra e você fala no briefing.
Em duas linhas. A gente responde com um caminho, um prazo e um valor, em até um dia útil.
Recebemos. A gente responde em até um dia útil.